quinta-feira, 28 de julho de 2016

terça-feira, 26 de julho de 2016




 “Se você falha em planejar, está planejando falhar.” – Benjamim Franklin
Muito se fala sobre planejamento para negócios mas o fato é que esta prática ainda não é realidade para a maioria das pequenas empresas. Diversos são os cursos e teorias que, apesar do objetivo de incentivar o pequeno empresário, acabam por reforçar a ideia de que planejamento é coisa de empresa grande.
Pensando nisso, resolvi compartilhar meu entendimento sobre a utilidade de cada um dos 3 principais modelos de planejamento:
CANVAS ( Business Model Canvas)
É o mais prático. Porém não menos importante. Com ele, você, literalmente, desenha o modelo do seu negócio. Ele é dividido em 9 blocos:
  1. Proposta de Valor: O que sua empresa vai oferecer para o mercado, que terá valor para o seu cliente e a solução para o problema que você identificou no mercado;
  2. Segmento de Clientes: Quem é esse público, cuja sua solução resolve o problema? Quanto mais definido, sejam idade, sexo, escolaridade e hábitos, melhor para a definição das estratégias do negócio;
  3. Canais: Como o cliente comprará e receberá os produtos ou serviços – telefone, email, redes sociais, site e/ou loja física?
  4. Relacionamento com o cliente: Como você vai se relacionar com o cliente antes, durante e depois da compra?
  5. Atividades-chaves: Para entregar a sua proposta de valor para o cliente, quais serão suas atividades essenciais? Ou seja, como será sua operação?
  6. Recursos principais: Para realizar as atividades-chaves, quais recursos serão necessários: capital de giro, pessoas, máquinas, tecnologia...
  7. Parceiros chaves: Habitualmente, as empresas terceirizam parte de suas atividades. Neste item, estes parceiros são listados, sejam a transportadora que entregará os produtos, a empresa que fornecerá o software, por exemplo;
  8. Estrutura de Custos: Quais serão os gastos necessários para o funcionamento do negócio? Entenda gastos como fixos e variáveis. Entre eles: aluguel, folha de pagamentos, investimento em marketing, comissões, impostos etc;
  9. Fontes de Receita: Como você vai fazer dinheiro com este negócio? Mensalidades, venda pontual, comissionamento e/ou retorno sobre o investimento.
PLANO DE NEGÓCIOS
Recomendado para empresas novas e também chamado de Plano de Crescimento para empresas que já estejam em operação. Traz todas as informações contidas no CANVAS. Porém de maneira mais detalhada. No Plano de Negócios, também são descritas as Diretrizes da Empresa, Missão, Visão e Valores; as etapas da operação, os chamados processos, as estratégias de marketing e as projeções financeiras. Assim como DRE, balanço, ponto de Equilíbrio, cálculo do capital de giro necessário, prazo para o retorno do investimento, entre outras informações. Este modelo é ideal para quem busca investimento para o Negócio.
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
Baseado nas Diretrizes do negócio – missão, visão e valores – analisa a empresa no cenário em que atua, identificando suas forças, fraquezas, ameaças e oportunidades. Além de definir as estratégias a serem utilizadas na busca de sua melhor performance. O exercício do Planejamento Estratégico deve produzir um plano de ação com metas para um período. O ideal é que sigam o conceito SMART:  Specific (Específica), Mensurable (Mensurável), Attainable (Alcançável), Relevant (Relevante), Time-Based (Temporal).
Tão importante, quanto o estabelecimento do Plano, é o seu acompanhamento que deve ser executado, essencialmente, pela utilização de indicadores:
“Não se gerencia o que não se mede,
não se mede o que não se define,
não se define o que não se entende,
e não há sucesso no que não se gerencia”
William Edwards Deming
Já ouvi notícias de grandes empresas que realizam, seu planejamento estratégico, para o período de 25 anos! Para as pequenas penso que um ano é o prazo ideal, para começar.
Walter Longo, Presidente do Grupo Abril, disse em uma palestra que, pela velocidade em que as informações mudam, o Planejamento Estratégico, hoje, está mais para Waze (aplicativo de trânsito comunitário) que altera a rota conforme a situação naquele momento, do que para o GPS (sistema de navegação via satélite) que simplesmente apresenta mapas e traça rotas.
Planejar não garante o sucesso do seu negócio. Mas faz com que o empresário esteja mais preparado para os desafios da jornada empreendedora. Finalizo reforçando a importância de cada uma das ferramentas e que uma não substitui a outra. E afirmo que as três ferramentas têm o mesmo objetivo: fazer o empresário pensar “o” e “no” seu negócio.

Elaine Serra - Fundadora da Consultee Contabilidade e integrante do Clube de Contadoras 



sexta-feira, 22 de julho de 2016



Tem novidade do mercado contábil para você que empreende e busca melhorar seu negócio. ‪#‎clubedecontadoras‬ Por Lucia Regiane Rodrigues




Tem novidade no Mercado Contábil para os empresários gente !  Por Lucia Regiane Rodrigues



#clubedecontadoras

terça-feira, 19 de julho de 2016




GESTÃO

Fatores que levam um negócio à falência Por Lucia Regiane Rodrigues

De acordo com uma pesquisa realizada em agosto do ano passado pelo IBGE, metade das novas empresas fecham suas portas antes de completar três anos. Intitulado de “Demografia das Empresas”, o estudo aponta uma série de informações que merecem atenção especial dos novos empreendedores.

Agora, você conhece os fatores que podem levar uma empresa à falência? Isso pode variar muito: desde um plano de negócio mal administrado até um investimento errado. Separamos abaixo quatro erros comuns que podem levar o empresário à falência. Veja que, com informação, planejamento e persistência é possível contornar a situação.

Falta de capital de giro: muitos empresários não guardam dinheiro para utilizá-lo no estágio inicial da empresa, quando o capital de entrada não está estabelecido. Esse pode ser um erro fatal para a saúde do negócio.

Acumular dívidas: deixar as dívidas se acumularem é outro ponto de atenção. Quanto maior for a dívida, maior poderá ser a queda. Muitas vezes, os empresários se veem na necessidade de realizar empréstimos para cobrir pagamentos, comprar estoque ou mesmo dar fôlego ao negócio. Porém, é importante que tudo seja feito com controle. Não entre no círculo vicioso de fazer empréstimos para pagar outros empréstimos.

Controle financeiro: é primordial saber o que pode ou não ser custeado pela empresa, se aquele empréstimo realmente pode ser feito, se novos funcionários podem ser contratados. Sem um controle financeiro rigoroso, o empresário pode gastar mais do que realmente tem e contrair dívidas.

Investir errado: será que a sua empresa realmente precisa de um equipamento novo? O que diz o seu controle financeiro? Em quanto tempo você vai recuperar o capital investido? Antes de aplicar qualquer quantia, procure avaliar os prós e os contras.


Caso tenha qualquer dúvida, O Clube de Contadoras está à disposição para ajudá-lo!

Por Lucia Regiane Rodrigues
Sócia da Blaise Contabilidade e Integrante do Clube de Contadoras

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Os primeiros passos de uma jornada

Aqui damos inicio a uma jornada de divulgação do nosso trabalho, que apesar de sério, pode ser tratado com leveza e descontração. Afinal, independente de quanto tempo durem os trabalhos, vamos nos divertir no processo!